ATENÇÃO: As inscrições para o Ahlan Wa Sahla 2009 já estão abertas, saiba tudo sobre o evento aqui no blog!

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Aqui é lugar de paz, estudo e muita dança!

Seja muito bem vinda(o) a esse blog.
Eu Mariela Maia, farei o melhor para conseguir levar informações importantes até você.
Esse blog é de todas nós, aqui você pode opinar através dos comentários e enquetes, sugerir mudanças e participar ativamente.

Como funciona o blog?

Como em todo o blog, toda atualização recente fica na frente. Portanto, tem conteúdo de pesquisa e estudo em todas as páginas.Utilizando o postagens mais antigas, no final da página, você navega pelo blog, como se estivesse lendo um livro de trás para frente sem perder nada.Você pode navegar também pelos temas na coluna "Estude pelo tema", por exemplo, o tema vídeo aula irá te mostrar todas as postagens como vídeos aulas feitas carinhosamente para você por mim, Mariela Maia. Bons estudos!

21 de outubro de 2008

Tremido de Encaixe e Desencaixe



Esse tremido é feito apenas com a lordose.

Deixe a perna esticada, os pés podem estar inteiros no chão porque não usaremos o joelho.

A única coisa que faremos é desencaixar e corrigir a lordose. A força está na hora de entrar na lordose, na hora de corrigir(encaixar) é feito sem força alguma, como se tivesse uma mola onde com a força do quadril para cima (lordose) ele volte só com a força da devolução que a mola faria (sem força).

Tremido de Quadril (lateral baixo)



Tremido lateral baixo é o tremido do quebrado ou soldadinho, tem a teoria bem diferente do tremido lateral cima.

Como o quebrado ou soldadinho tem a ênfase do quadril para baixo e para o lado, o mesmo acontece no tremido.

Estique completamente os joelhos e não dobre nunca, os pés agora vão trabalhar em um meia ponta extremamente baixa.

Nessa postura, você vai alternar a meia com os joelhos esticados e ao mesmo tempo vai projetar o quadril para baixo(do lado do pé que estiver mais baixo) e acelerar.

Como visualmente ele ainda é um tremido solto, o quebrado é feito sem força para poder acelerar, se dobrar os joelhos, o tremido inevitavelmente sairá para cima.

Tremido de Quadril (lateral cima)

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A mesma teoria do vídeo abaixo.

Tremido de Quadril (lateral cima )



Para esse tremido, vamos começar pensando que toda a ação não é feita no quadril, que o quadril só terá reação do que a perna e pé estiver fazendo.

Como ele é um tremido solto, temos que pensar em liberar os joelhos, e como se faz isso?

Primeiro: Não deixe o peso no pé inteiro nunca, cada corpo é um corpo, procure o ponto nos pés onde mais libera o seu joelho,a maioria das pessoas o ponto certo é deixar todo o peso no calcanhar, tirando os dedos do chão. Se mesmo assim não sentir diferença, procure tentar tirar também as laterais internas dos pés do cão (esse é meu ponto). Não contraia músculo algum, a coxa e bumbum tem que estar solto. Você vai levemente relaxar os joelhos e alternar dobrando um e esticando o outro(não estique até o fim).

9 de outubro de 2008

Ondulação de Braço



A mesma teoria do vídeo de baixo.

Ondulação de Braço (com teoria)



Com o braço esticado na altura do ombro você vai:

Subir o ombro empurrando em direção ao pescoço, na mesma linha que o ombro agora está, suba o cotovelo e a hora que for subir o pulso projete o braço para fora.

As mãos:

Quando subir o ombro, projete o pulso para baixo, quando subir o cotovelo, projete a palma da mão para baixo e quando for subir o pluso projetando o braço para fora, projete os dedos para baixo, alongue e recomece.

O braço nesse movimento tem que estar duro (braço e mão). Braço e mão mole dá a impressão de "abobado" e braço e mão dura dá a impressão de solto e suave.

Oito Egípico

A mesma teoria do oito que está abaixo.

8 de outubro de 2008

Oito Egípicio



Imagine um "X" desenhado no chão e você está no meio dele.

Vamos trabalhar transferência de perna e torção da cintura sem deixar o quadril ser projetado pra trás, evite dobrar os joelhos.

Torce a cintura com o lado direito para frente e transfira o peso na perna direita até a diagonal da frente.

Ainda com o peso na perna direita, gire a cintura até a diagonal de trás ainda da direita.

Só agora você vai transferir o peso para a perna esquerda, a cintura já está posicionada corretamente, chegando na diagonal frente da esquerda, gire a cintura até a diagonal esquerda trás e recomece transferindo o peso para a perna direita.

Esse oito é de quadril, evite virar a parte de cima do corpo, é ela quem vai marcar a sua postura.

6 de outubro de 2008

4 de outubro de 2008

Especismo





Entrando em detalhes, o que seria o especismo? Quando pensamos em racismo sabemos que o mesmo é uma aversão a outras raças; sendo assim, analogicamente o especismo seria uma aversão a outras espécies. Refletindo sobre isso, sabemos também que o racismo é infundado e prepotente; um sentimento que levaram brancos a excluir qualquer tipo de respeito (entre eles utilizar-se da escravidão) pelos negros, por acreditarem que eram inferiores, físico e biologicamente. O especismo, portanto, seria um “racismo ampliado” por considerar as outras espécies inferiores à nossa, então sujeitas “legal e moralmente” a qualquer adversidade (desde aprisionamento, trabalho forçado, morte, etc) por nós. Mas, pergunta-se, como é possível que alguém perca seu tempo tratando de igualdade dos animais quando a verdadeira igualdade é negada a tantos seres humanos? A resposta é a que essa atitude (negar importância à discussão sobre direito dos animais) reflete um preconceito que é tão infundado quanto aquele que um dia fez brancos proprietários de escravos não considerar com a devida seriedade os interesses dos negros escravos.

Esse pensamento especista está enraizado na maioria esmagadora de nós, e em contrapartida, condeno-o e luto veemente contra ele. Cínara Nahra, professora do Departamento de Filosofia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e mestre na área de filosofia Moral e Política pela UFGRS tem uma opinião semelhante a respeito: “Seja qual for a natureza do ser, o valor moral exige que a dor e o sofrimento sejam levados em conta em termos de igualdade; e independente da raça, do sexo ou da espécie de quem as sofre, devem ser evitadas ou mitigadas”.

Obviamente animais humanos e não-humanos são diferentes (assim como homens e mulheres também são) físico e biologicamente, porém no campo ético devem ser tratados a partir dos mesmos princípios. Como sintetizou Jeremy Bentham, a questão sobre animais não é “Eles são capazes de raciocinar?”, nem “São capazes de falar?”, mas sim: “Eles são capazes de sofrer?”.O modo como tratamos os animais não se compara nem de longe ao sofrimento que nós já infringimos a outros seres humanos.“Em seu comportamento com os animais, todos os homens são piores que nazistas”. A frase é do escritor judeu Isaac Bashis Singer, citada no livro “Libertação Animal” de Peter Singer. Após estas postulações eu os convido a refletir, partindo da constatação de que a crueldade humana para com os animais se manifesta de formas variadas – na alimentação, experiências científicas, circos, zoológicos, touradas, brigas de galo, rodeios, na pesca expansiva e predatória, na exploração de peles e couro, para citar as mais comuns.Ao decorrer do blog e do interesse e participação de vcs, vou postando aqui mais informações sobre o especismo em todas as suas áreas abrangentes, que citei.

Mirella Ferraz Nogueira

Pra deixar mais claro o que é o especismo, foi criado esse documentário, que na minha opinião é o melhor filme já feito. Do diretor Shaun Monson e narrado pelo ator Americano Joaquim Phoenix (Gladiador), o filme foi possível cotado para o Oscar. Mas é lógico que, um documentário desses não iria por mexer diretamente com instituições milionárias. Vale a pena assistir. Se Chama Earthlings (Terráqueos):


http:video.google.com/videoplay?docid=-239204330856039070